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terça-feira, 13 de abril de 2021

Morreu Nelson Bornier o melhor Prefeito da história


 Por: Berguinho

Morreu Bornier

Considerado por muitos como o mais eficiente gestor da história do Município de Nova Iguaçu, o ex -prefeito Nelson Bornier volta à 'Pátria Espiritual' vitimado que foi pelo Covid 19. Segundo seus admiradores, essa afirmativa elogiosa dirigida ao ex-prefeito, qualquer um poderá constatar facilmente! Pra todo canto tem o 'dedo' de Bornier! Basta olhar no entorno, esteja o observador em qualquer um dos quadrantes do Município, que logo logo seus olhos irão ao encontro de obras importantes feitas ou conseguidas pelo excepcional gestor tornando óbvia as considerações tecidas nessas primeiras linhas de abertura do texto. 

Só pra falar em duas dentre as três 'áreas' mais importantes atribuídas à uma gestão produtiva: Saúde,  Educação. Em suas gestões, Nelson Bornier fez uma verdadeira revolução na saúde ao trazer para Nova Iguaçu, grande número das famosas Clínicas da Saúde, diga-se 25 dessas clínicas . Não menos importante foi a Maternidade Mariana Bulhões, que de tão eficiente passou a receber até às gestantes dos municípios do entorno. Por esta razão muitos jovens gerados e residentes em outros municípios trazem em seu RG a seguinte informação: Nascido em Nova Iguaçu. 

Outro exemplo da expansão na 'saúde' nos tempos de Bornier, foi sem dúvidas a importância do Hospital da Posse que, em seu tempo, recebeu inúmeras melhorias e se tornou referencia para 'atendimento de emergência' de pacientes advindos não só de bairros de outros municípios da  Baixada Fluminense, como até provenientes de cidades afastadas, como Barra Mansa, por exemplo!

Na área da educação, então, nem se fala, foi record. Se se juntar às últimas cinco gestões de prefeitos que antecederam a Bornier, ainda assim, não se conseguiria o número de escolas edificadas pelo Nelson. O fato é que o gestor entregou à população 35 magníficas escolas, algumas dotadas de excelentes áreas de laser e até com quadra de futsal e campo de futebol dentro dos limites de seus terrenos. Fez escolas, a exemplo de Clínicas da Saúde, até em localidades rurais, carentes e com pequenas populações, como nos bairros Tinguá, Rio Douro, Adrianópolis e Jaceruba. 

Não somente por isso, se qualquer cidadão se debruçar em estudos sobre as  melhores gestões da história do  município de Nova Iguaçu, vai chegar a seguinte conclusão. Nelson Bornier: "O melhor Prefeito da história de Nova Iguaçu!".     



terça-feira, 6 de abril de 2021

 

O PORTEIRO DO PROSTÍBULO

Extraído da Internet(face)/ Autor desconhecido/História verídica
 O PORTEIRO DO PROSTÍBULO
Uma história verídica, que traz lição para todos!
 Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro de Prostíbulo’.
 Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
 O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
 Ao porteiro disse:
 - A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
 - Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever.
 - Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
 - Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
 - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
 Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
 Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
 Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
 Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.
 No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
 - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
 - Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…
 - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
 - Se é assim, está bem.
 Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.
- Façamos um trato – disse o vizinho.
 Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
 Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.
 Voltou a montar na sua mula e viajou.
 No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
 - Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
 Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
 Que lhe parece?
 O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.
 Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
 Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia vendido.
 De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
 Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
 Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.
 Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
 Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
 E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …
 E após foram os pregos e os parafusos…
 Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
 Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
 Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
 No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
 - A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
 - O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
 - O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
 - Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PROSTÍBULO.
 Então diga seu nome para que possamos escrever ao menos na ata. Meu nome é Valentin Tramontina, respondeu ele.
 Essa história é verídica, e refere-se ao grande industrial Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.
 Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
 As adversidades podem ser bênçãos.
 As crises estão cheias de oportunidades.
 Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
 Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.
 Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

"O CÃO CHUPANDO MANGA"

 

"O CÃO CHUPANDO MANGA"

Série: De certa Feita...
Informação: CICI
Foto: Cici, Branco(amigo), Vander(filho de Cici)
Matéria de : Wandemberg

Esse acontecimento nos foi passado por CICI(FOTO), meia atacante dos bons, que já se encontra na 'Pátria espiritual', outrora um dos craques da saudosa equipe do Vila de Cava que, um dia qualquer dos anos cinquenta, caiu na besteira de jogar contra o time no qual jogava um tal de Manoel, conhecido ponta direita que entrou no segundo tempo para ‘massacrar’ o Vila.

Excursões de futebol
No passado, aqui em Nova Iguaçu, entre os anos 50 e 60, era hábito dos clubes de futebol amador, quando o campeonato da Liga Iguaçuana de Desportos não estava em andamento, excursionarem para outras cidades do Estado, e, até, às praças mineiras ou paulistas mais próximas. Assim, famílias inteiras integravam as 'caravanas' que chegavam a ser compostas por dez ônibus, alugados à base de ‘rateio’.
Como era praxe, o ônibus da frente conhecido como “Abre Ala”, invariavelmente, postava uma faixa - meia que “folclórica” - colocada à frente próxima ao radiador do veículo com dizeres mais ou menos assim: “A EQUIPE DO (...) SAÚDA POVO E IMPRENSA LOCAL E PEDE PASSAGEM!”. Nas laterais dos demais ônibus outras faixas, fazendo alusão ao time eram expostas, orgulhosamente, com dizeres ufanistas que chegavam a arrancar arrepios dos mais emotivos! No interior dos veículos uma cantoria só! Pandeiro, cavaquinho e surdo não podiam faltar!

E, lá, iam eles, felizes, para a partida emocionante, chegando ao extremo de, para tornar apoteótica a chegada, soltarem das janelas dos ônibus, mal entrassem na localidade de destino, uma saraivada de fogos, provocando grande estardalhaço e, muitas vezes, dado ao horário, acordando moradores da cidade, que também se sentiam felizes com os visitantes. Bem, pelo o menos até a hora do jogo! Mas não se iludam! Quando a bola rolava o fanatismo investia os torcedores e a coisa mudava de figura dando lugar a animosidade. Muitas vezes no calor da disputa a porrada “estancava”, dentro ou fora de campo, indo gente parar na Delegacia local que, não raro, resolvia o desentendimento sem que ninguém ficasse preso.

A EXCURSSÃO DO VILA DE CAVA
De certa feita, o Vila de Cava F.C., que nos meados dos 'anos cinquenta' tinha um timaço de futebol, foi jogar em Raiz da Serra. Nesse dia, porém, não houve atritos à lamentar, o embate fora, mesmo, focado na bola.
O Vila estava completo: No arco Toninho (pai do ex-vereador Marcos Fernandes). Na zaga destaque absoluto para o saudoso center-hauffer Padilha; Cici era o meia atacante; Neném, exímio ponta direita; Heraldo; Carvalhal; Nilton Meleca; e, o 'maior' deles todos - o finado Moisés sem Braço, assunto, até hoje, dos comentaristas esportivos, de última hora, de Vila de Cava.

O primeiro tempo fora emocionante. O fantástico Moisés, que não tinha um dos braços, já houvera balançado a rede adversária três vezes. O “diabo” é que a equipe do Raiz, que também era muito boa, 'empurrara' 4 na rede do Toninho! Mas, não havia de ser nada, a equipe visitante estava melhor em campo e, por isso mesmo, os jogadores do esquadrão de Vila de Cava estavam certos da vitória. Virar o placar adverso seria apenas uma questão de tempo.

No intervalo, enquanto não começava o segundo tempo, um zum-zum-zum entre os torcedores da equipe local, aguçava a curiosidade do 'povo' visitante. Na iminência do adversário virar o resultado do placar, a torcida da casa pedia em coro a entrada de um tal de Manoel! “Deve ser o 'Manoel da Padaria' do bairro. Todo lugar tem um Manoel da Padaria”. Deixou escapar a título de gozação um torcedor morador da Rua Helena em Vila de Cava. Quando o Raiz da Serra voltou do vestiário para o segundo tempo, o tal do Manoel veio junto, arrancando efusivos aplausos de sua galera.

Ao observar melhor o tal Manoel, logo os atletas e a torcida do Vila perderam o medo, pois tratava-se de uma figura bastante “bizarra”. Ao arriscarem uma breve comparação entre seu craque Moisés que já fizera 3 gols na partida e, o 'torto' que acabara de entrar, lhes parecia óbvio que o Vila tinha tudo para ganhar o jogo. O craque do Vila não tinha um braço, mas, pelo menos, estava no prumo, já o Manoel era todo torto parecia um arco. Sua perna esquerda era arqueada pra dentro a direita para fora. Não lhes pareciam que o torto pudesse, sequer, jogar futebol!

Na verdade, o pessoal do Vila só pode entender a euforia da torcida da casa depois que teve início a segunda etapa do jogo. O jogador torto parecia um furacão! Jamais os excursionistas da Vila poderiam supor ver coisa semelhante! Para começar ninguém conseguia tirar a bola de seus pés, e, os gols foram se sucedendo, um após outro em favor da equipe da 'casa'. O torto era o “cão chupando manga”. Era só o juiz dar nova saída para o Manoel fazer outro gol. No final o jogo acabou 11X4 com nada menos de sete gols marcados pelo homem.
Nota da redação: O Manoel, que 'acabou' com o Vila naquele domingo ‘fatídico’, se tornou um dos Deuses do futebol mundial e ficou conhecido como - Mané Garrincha - O Gênio das Pernas Tortas.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Imagens do fotógrafo de Arruda Negreiros, por Bornier - Nos 188 anos de Nova Iguaçu

 Por: Wandemberg

Há época em que comemoramos o aniversário de 188 anos de Nova Iguaçu, pra ser exato, no dia quinze de janeiro deste ano de 2021, ainda marcado indelevelmente, a exemplo do ano anterior, pela pandemia que tirou à vida de milhares de pessoas no mundo inteiro e ainda nos espreita e ameaça, mostramos aos sobreviventes da "Covid 19" que se interessam pela história iguaçuana, uma coletânea de 8 fotos, extraídas de parte de um acervo conhecido como: "Coleção Arruda Negreiros". Magnífico do ponto de vista histórico, essas raridades foram 'clicadas', na década de 30, por fotógrafos do então Prefeito Sebastião de Arruda Negreiros e reproduzidas, décadas depois, na gestão do Prefeito Nelson Bornier, na forma de livro. 

Cerca de 83 anos depois, em 2013, eis que, a  interessantíssima coletânea de fotos clicadas pelo fotógrafo do Prefeito Arruda Negreiros nos anos 30, foram mandadas republicar concedendo o devido crédito à seu mentor pelo agora Governo Nelson Bornier, em um caderno cuidadosamente impresso em moderníssima impressora 'offset', no 'refinado papel couchet 180 gramos', que nos remete à uma Nova Iguaçu, ainda que antiga, já transferida  geograficamente da Vila do Iguassú das 'bandas' das Serranias do Tinguá, para as cercanias da Serra de Madureira.

A excelente publicação fotográfica de 2013 do governo Bornier, contando com a coadjuvação do então Secretário de Cultura - Wagner d'almeida e equipe, se deu em tempos que a Casa de Cultura Ney Alberto passava por reformas de toda ordem e a publicação da edição veio para mostrar os avanços do Município, em seus primeiros momentos, logo após ter deixado de ser Vila de Iguaçu para virar Maxambomba e, imediatamente após, Nova Iguaçu.

Do ponto de vista político, antes de mais nada, queremos deixar claro que tal alusão aos dois ex-prefeitos municipais supracitados no título da matéria, não deve servir, em hipótese alguma, para medir ou comparar às qualidades gestoras ou ideológicas, de cada qual, e sim para levar, ao conhecimento dos estudantes e de a quem mais interessar possa, momentos retratados em imagens fotográfica da belíssima história do município aniversariante, levantada por historiadores da envergadura do magnânimo Ney Alberto, que após importante passagem pelo "Planeta Nova Iguaçu" regressou, nos meados do ano de 2012, para o "Plano Espiritual", após pesquisar incansavelmente e nos 'entregar' a interessantíssima história de Nova Iguaçu e da Baixada Fluminense. 

Ou seja: de Nova Iguaçu & Adjacências 


domingo, 3 de janeiro de 2021

Aniversário de Nova Iguaçu - Agora são 188 anos

 Por: Wandemberg

 Aniversário de Nova Iguaçu - Agora são 188 anos  
    Dia 15 de janeiro é quando comemoramos o aniversário de Nova Iguaçu, um município fantástico cuja população se movimenta, intensamente, entre as elevações da Serra de Madureira, da Reserva Biológica do Tinguá, e que faz limites com alguns outros municípios que, antes de se emanciparem, já fizeram parte do mapa iguaçuano, como: Caxias, Mesquita, Queimados, Nilópolis, São João do Meriti. É, também o dia em que acontece a tradicional "MISSA DAS DEZ" na igreja de Santo Antônio, também referenciada como "MISSA DOS POLÍTICOS", que é 'pontualmente' a missa na qual se apresentam vereadores em gestão, o prefeito vigente, políticos e militantes de um modo geral. 
   Observação: durante o evento, são ministradas outras missas ao longo do dia e, ainda, é promovida uma concorrida procissão que caminha pelas principais ruas do centro da Cidade!.

    Neste ano de 2021, ocasião em que o município completa 188 anos, não sabemos ao certo(ninguém sabe) se haverão as missas. O Corona Vírus está por aí e, provavelmente, a aglomeração dos fiéis na - Catedral de Santo Antônio - não será permitida pelas autoridades. "Missa das Dez" à parte, vamos publicar abaixo alguns trechos do nosso saudoso historiador Ney Alberto que, ao nos remeter ao passado, nos mostra informações interessantes da belíssima história do nosso Município.   

Por: Ney Alberto
      O município nasceu com a Câmara Municipal
   "O Município de Nova Iguaçu nasceu no dia 15 de janeiro de 1833. A partir dessa data passou a existir ‘de direito’. Tomadas as providencias legais e concluindo-as com a eleição dos Vereadores instalou-se a Câmara Municipal, no dia 29 de julho de 1833. Assim, o município passou a ter existência ‘de fato’. Os primeiros vereadores (‘Intendentes’) foram os seguintes: Ignácio Antônio de Souza Amaral (eleito presidente), Antônio Ferreira Nunes, Bento Antônio Moreira Dias, Carlos José Moreira Barbosa, Domingos Francisco Ramos, Feliciano José de carvalho e Francisco Maria Vianna. A posse foi referendada pelo presidente da ‘Câmara da Corte’ (Câmara da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro). A data da instalação da Câmara na Vila de Iguassú (Sede do Município) está registrada no “Balanço da Câmara Municipal da Vila do Iguassú, dos meses de agosto e setembro do ano de 1833” ( Documentos II -34, 21, 22. Biblioteca Nacional do Rio de janeiro).
  Nosso Legislativo municipal não costuma comemorar tal data. Até porque os livros antigos forneciam outra data, e nossas autoridades  só festejam o ‘15 de janeiro’, notadamente, à partir do centenário da criação do Município( 15 de janeiro de 1933).
  Por ocasião dos festejos comemorativos deste centenário, o interventor, Sebastião de Arruda Negreiros, inaugurou um monumento, à Praça Ministro Seabra ( mais tarde denominada ‘Praça da Liberdade’), em homenagem à autonomia municipal. E, desde então, todo dia 15 de janeiro, a chefia do Executivo deposita flores ao pé do ‘obelisco’. É feriado iguaçuano. A Câmara, portanto, nasceu antes da prefeitura. A Câmara , em 1833 e a prefeitura em 1919. 
   As terras onde surgiu Nova Iguaçu e a Baixada Fluminense
  As terras  onde surgiu a Vila de Iguassú foram doadas a Cristóvão de Barros em 1567, por Mem de Sá. Ficavam localizadas há uma légua acima da foz do Rio Iguassú (na baía de Guanabara), e meia légua para ambas as margens do Rio, das terras pertencentes ao sesmeiro Brás Cubas. 
  Nos idos de 1778 e 1779 a localidade de Nossa Senhora da Piedade de Iguassú, onde no século seguinte foi  fundada a sede da Vila de Iguassú, possuía pouco mais de 2.000 habitantes , em sua maioria escravos. Alguns anos após a Independência do Brasil, em 15 de janeiro de 1833, por decreto imperial liderado por Nicolau de Campos Vergueiro e por ordem do Imperador Dom Pedro II, é criada a Vila de Iguassú que ía desde a Freguesia de Inhomirin até as terras da Freguesia de Marapicu, às margens do Rio Guandu, mas por discordâncias dos habitantes de Inhomirin, que não queriam que suas freguesias pertencessem a Iguassú, menos de 2 anos foi extinta, segundo a Lei da Assembleia Legislativa Provincial número 14, de 13 de abril de 1835. As terras dos discordantes foram distribuídas  e agregadas entre Vassouras e Magé, e 1836, também com Niterói. Em 10 de dezembro de 1836, por força da Lei 57, contando com a ingerência de Francisco José Soares o – Comendador Soares – proprietário de terras e político, de origem portuguesa, a Vila foi Proclamada novamente Município do qual faziam parte, ainda, as seguintes freguesias desanexadas da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro: Nossa senhora da Piedade (sede), Nossa senhora do Pilar, Santo Antônio de Jacutinga, São João do Trairaponga e, à partir de 1855, Santana das Palmeiras(em ruína no Alto Tinguá).
  A partir daí, alavancada pela razoável produção agrícola e pela trilogia estrutural – Rio Iguassú; Estrada Real do Comércio; portos - a Vila experimentou fase de acentuado progresso, progresso esse que teve fim imediatamente depois da inauguração da Estrada de Ferro Dom Pedro II.

sábado, 24 de outubro de 2020

O segundo tutor de D. Pedro II nasceu em Nova Iguaçu




Por: Berguinho
   Nova Iguaçu e a baixada Fluminense tem uma história 'riquíssima'. Para desvendá-la, contou-se com a abnegação de alguns historiadores, sendo que o 'maior' de todos, a meu modo de ver, foi o saudoso Ney Alberto, que, nasceu, se não me falha a memória, em 1941 no Hospital Iguassú, e, partiu de volta à Pátria espiritual em junho de 2012. Em sua trajetória no planeta, o iguaçuano, descobriu em nossa região até 'múmia'; fez revelações dobre o 'Tinguaíto', material vulcânico encontrado em Tinguá às bordas de um vulcão extinto, e nos fez um grande número de revelações históricas e geográficas. Sem falar nos demais municípios da Baixada, Nova Iguaçu com a história que tem, me dá vazão à indagar às autoridades da "Educação": - Por quê a literatura de historiadores como Ney Alberto, não é inclusa no currículo das escolas do Estado, do município ou da Baixada Fluminense?

  Vou usar a oportunidade, para mostrar a história, desvendada pelo Saudoso Ney Alberto, de um 'lorde' (em todos os sentidos) iguaçuano, que tem muito professor de história, que não sabe que o ilustre cidadão nasceu em Nova Iguaçu! 

    Texto de Ney Alberto: "Manuel Ignácio de Andrade Souto Maior nasceu em Marapicu (5 de maio de 1782). Ainda adolescente foi para Portugal, onde concluiu o Curso de Humanidades. Na capital do Reino seus tios eram influentes personagens (João Pereira Ramos, Desembargador do Paço; Francisco de Lemos de Faria Pereira Coutinho, Bispo de Coimbra). Manuel tentou ingressar na conceituada Universidade local, mas foi, por força da legislação, obrigado a fazer parte do serviço militar. Volta ao Brasil (Rio de Janeiro) envergando a patente de Coronel. Presta serviço ao Regimento de Guaratiba e, depois, comanda o de Irajá.

   Em 1819(3 de maio), por serviços prestados, Dom João Seis(VI) concede-lhe o título de Barão de Itanhaém. Dom Pedro, o primeiro, em 1826 (12 de outubro), dá-lhe o título de Marquês.
   Dom Pedro Primeiro abandona o Trono (abdicação). Seu filho, na menoridade, não pode assumir. O Brasil é governado por Regentes. A educação do futuro Rei foi entregue à responsabilidade do conceituado José Bonifácio. Este, acusado de tramar a volta de Pedro Primeiro, foi destituído da tutoria do menino. A Regência, então, entrega a Itanhaém, a 15 de dezembro de 1833(nomeação por Decreto), a responsabilidade de educar o pré-adolescente.
À época do nascimento de Manuel Ignácio, a Freguesia de Nossa senhora de Marapicu, na Baixada de Sepetiba, não fazia parte do município de Iguassú. A exemplo de outros personagens, Itanhaen sempre foi considerado um ilustre iguasssuano. Existiu em Cabuçu, uma escola pública exibindo seu nome. O educador do nosso segundo Rei foi esquecido."

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Reencarnação - 3 Casos intrigantes!



Reencarnação 
     Até o ano de 553 a reencarnação era aceita pela Igreja Católica. A tese foi recusada, não pela igreja ou pelo Papa, mas sim pelo imperador Justiniano, por influência da sua esposa, ex prostituta, por não achar conveniente a Lei do Karma. Outro resquício sobre reencarnação está no novo testamento, quando um dos seus apóstolos em conversa com Jesus perguntou-lhe: - Você nos disse que Elias estaria entre nós, mas não o vimos! No que Jesus respondeu: Em verdade ele esteve, vocês que não o reconheceram. Estavam falando de João Batista, que teria sido uma reencarnação do profeta Elias, que na reencarnação anterior cortara as cabeças de  sacerdotes do BAAL. João Batista, conforme todo ser humano, submetido a Lei de "Causa e Efeito", também teve sua cabeça cortada.  
 3 Casos Intrigantes!
 Gus Ortega
   Quê dizer do fato de uma criança que, com apenas um ano e seis meses de idade, declarou, categoricamente, ter sido seu próprio avô há uns poucos anos atrás? O autor da surpreendente declaração foi Gus Ortega, que ao silabar as primeiras palavras na atual existência, fez diversos depoimentos especificando detalhes facilmente comprovados por familiares, ainda vivos, de sua vida anterior. O caso, um dos mais convincentes quando se aborda o tema reencarnação, está sendo estudado pelo professor de psiquiatria Jim Tucker da Universidade de Virgínia nos Estados Unidos.     
   O Sr. Auge morreu no ano de 1993 após sofrer um derrame fulminante. Fora comerciante e proprietário de uma loja e deixou à vida, antes de seu neto nascer 1 ano após sua morte
   Gus, de certa feita, quando seu pai trocava sua fralda disse: "Quando eu tinha a sua idade, eu, também, trocava sua fralda". 
    Noutra vez, quando familiares mostraram-lhe fotos antigas, o menino apontou para uma pessoa que aparecia em uma das fotos e disse; "Oh...esse sou eu!". É lógico que tal afirmativa deixou perplexos seus parentes. Para intrigar mais ainda seus "próximos" revelou com minúcias, detalhes de acontecimentos que o menino só teria como saber se tivesse realmente vivenciado tais acontecimentos. 

 Ian Hagedorn (Flórida-EUA).
   Outro que relata passagens de sua vida anterior com tamanha riqueza de detalhes, que não deixa dúvida aos familiares de ser, realmente, a encarnação de seu avô é Ian Hagedorn de 6 anos de idade, que mora em Pensacola, sendo filho de Maria Hagedorn. 
   Num desses relatos sua mãe informa que, já aos três anos, o menino estava fazendo bagunça e que quando o repreendeu dizendo que se ele não parasse ela iria bater nele, ouviu isso da boca de Ian: "Quando você era pequena e eu era seu pai, você fez muita bagunça e nunca bati em você". Não ficou só nisso Ian deitou falação trazendo à tona lembranças da existência do  avô que convenceu a todos que era realmente a reencarnação do pai de sua mãe.
   Ian afirma, em suas tagarelices, ter sido em outra existência um policial em Nova York, tendo falecido após ser baleado, quando em determinada noite entrou em uma loja, a Rádio Shack,  momento em que foi surpreendido por dois bandidos que estavam assaltando a loja, tendo um deles sacado uma metralhadora, que trazia escondida no casaco, e disparado na direção do policial, matando-o instantaneamente. Esse policial que sucumbiu diante do tiro do bandido, segundo as lembranças do menino, era ele próprio, e, também  o pai de sua mãe, portanto seu avô.  
   O interessante é que Ian ao renascer trouxe em seu novo corpo as sequelas do tiro que lhe tirou a vida na outra existência, na forma de uma doença rara no coração, que lhe causa grande desconforto toda vez que se excede, ao esforçar-se em demasia, o que provoca desmaios. Por isso Ian já fez 6 operações antes de completar 4 anos de idade. O mais intrigante é que sua artéria pulmonar foi gerada com defeito limitando o desenvolvimento de seu coração no lado esquerdo. Na autópsia feita em sua morte na existência anterior, a causa da morte foi o rompimento de uma artéria pulmonar, coincidentemente, a mesma que provoca o sofrimento do menino.   
Dilukshi Nissanka (Sri Lanka)
    De certa feita Diluskshi Nissankra residente no Sri Lanka disse a seus pais que não era filha deles. Disse, ainda, que tinha seus verdadeiros pais em outro lugar onde morara perto de Dambulla, há seis horas de viagem. Disse,ainda, que houvera caído de uma ponte, que passava sobre um rio, e morrido. 
 Kashuriarachi, mãe de Diluskshi, ficava bastante chocada por entender que sua filha não se sentia parte da família. "Quando comíamos e íamos dormir, ela falava de sua outra vida. Eu me sentia muito mal, ela só falava de sua outra família." diz Kashuriarachi, mãe de Diluskshi.
     Até na escola Montessori, onde estudava, a menina com influencia Budista, falava que seu templo não era ali. 
    O caso ficou conhecido a ponto de ser publicado em um jornal, o que permitiu que, logo após, um senhor chamado Ranatunga reconhecesse que Diluskshi, de acordo com suas descrições, só podia ser sua filha que morrera afogada, algum tempo atrás, ao cair num rio em Dambulla, onde morava.  
   Para tirar às dúvidas a família Nissankra resolveu ir a Danbulla para encontrar a família a qual a menina dizia pertencer. Diluskshi não só reconheceu o caminho como guiou o motorista até a casa em que sua antiga família vivia. Foi um encontro emocionante. Reconheceu, inclusive, o rio em que se afogou que ficava bem perto de sua casa conforme ela mesmo dizia anteriormente.   
Shiromi, a filha de Ranatunga, tinha 6 anos quando morreu afogada ao cair da ponte.