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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Após 4 anos de queda, desmatamento na Amazônia volta a crescer 28% em 2013

Edição: Graça AdjutoFoto Antonio Cruz
Reportagem de Ana Cristina Campos, da Agência Brasil
Após quatro anos consecutivos de queda, o desmatamento na Amazônia voltou a crescer e subiu 28%, segundo números do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe). Os dados apresentados em novembro pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, referem-se ao período de agosto de 2012 a julho de 2013 e mostram que a área desmatada chegou a 5.843 quilômetros quadrados (km²).
Apesar do aumento, a ministra assegurou que essa é a “segunda menor taxa de desmatamento já registrada em toda a história” desde que o monitoramento começou a ser feito em 1988. Entre os estados que mais desmataram estão Mato Grosso (52%) e Roraima (49%). Quando o cálculo é feito em quilômetros, os estados que lideram o ranking de desmatamento são o Pará, com 2.379 km², e Mato Grosso, com 1.149 km².

A ministra atribuiu esse aumento ao crime organizado. “Quem desmata 1.000 hectares sem medo de ser pego, [é porque] tem alguém dando cobertura. É inaceitável que se tenha aumento na taxa de desmatamento com base na ilegalidade. O governo federal não tolerará”, disse.

Além do crescimento do desflorestamento, a ministra informou que a outra notícia era o aumento das áreas desmatadas, tendência em queda nos últimos anos. “A má notícia que se confirma é o aumento dos polígonos de desmatamento. É impactante o que aconteceu no Pará, com áreas desmatadas acima de 1.000 hectares”, disse Izabella.

Essa situação ocorre ao longo do eixo da BR-163 (Cuiabá-Santarém) e indica a grilagem para especulação fundiária em terras públicas. A existência de mais de 3 mil garimpos ilegais e de grandes obras de infraestrutura também pressiona a devastação das florestas no estado. Em Mato Grosso, o desmatamento é feito em terras privadas para a expansão de área agrícola destinada à soja.

Segundo a ministra, o desflorestamento não aumentou por falta de recursos. “Nego que haja falta de investimentos na área ambiental. Não há corte de recursos para fiscalização na Amazônia”. Ela pediu que os estados se engajem no combate ao desmatamento. “É lamentável que em alguns estados esteja ocorrendo aumento de desmatamento, mas é um compromisso nosso reverter essa tendência”, disse.

Izabella informou que a pasta vai intensificar as ações de combate ao desmatamento ilegal, com radares com visor que permitem o monitoramento em período chuvoso, imagens de satélites que vão enxergar desmatamentos de até 3 hectares e com o aumento de processos criminais.

As imagens de satélites usadas pelo Inpe, responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), mostraram que, entre agosto e outubro de 2013, houve queda de 24% dos alertas de desmatamento e degradação em comparação com o mesmo período do ano passado. Nesses três meses, 886 km² foram devastados no bioma amazônico. No mesmo período de 2012, foram desflorestados 1.082 km².

Para o pesquisador do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Beto Veríssimo, essa tendência de queda pode ser atribuída à maior fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “O governo vem apertando o cerco contra o desmatamento e o resultado está começando a aparecer”, avaliou.


Lei polêmica obriga moradores em SP a plantar árvores na frente de casa

Benedito Borges de Carvalho e a esposa Ercília Damião de Carvalho aproveitam a sombra das árvores plantadas em frente à casa da família
Analídia FerriFotoAdriano Oliveira
Lei polêmica obriga moradores em SP a plantar árvores na frente de casa
Plano de arborização prevê fiscalizar plantio e poda em Sertãozinho (SP). Multas podem variar de R$ 200 a R$ 2 mil, além de negação do 'Habite-se'.
Antes mesmo de construir a casa da família há 28 anos, em Sertãozinho (SP), o caldeireiro Benedito Borges de Carvalho plantou duas árvores na calçada. O objetivo era que as plantas oferecessem sombra e ar fresco, principalmente aos finais de tarde. As mudas cresceram com os alicerces do imóvel, mas, acabaram sendo atacadas por cupins. Carvalho não pensou duas vezes: em menos de uma semana substituiu as que estavam podres por outras. "Nem penso em ficar sem árvores. Elas refrescam a casa, protegem do sol. Não tem nada melhor do que sentir o vento fresco embaixo delas em dia de calor."

Para incentivar esse tipo de ação, uma lei municipal sancionada em setembro deste ano passou a obrigar os moradores a plantarem árvores em lotes comerciais ou residenciais, sob pena de multa. Além disso, quem descumprir a lei pode não obter a liberação do 'Habite-se', documento com a aprovação do imóvel conforme as exigências da Prefeitura.

A medida gerou polêmica: segundo os critérios da lei n.º 5.536, que dispõe sobre a arborização urbana em Sertãozinho, é obrigatório o plantio e a manutenção de uma árvore por lote ou propriedade edificada com até 12 metros de frente. Para isso, a Prefeitura disponibilizará gratuitamente mudas de espécies nativas. O corte e a poda de árvores também só poderão ser realizados mediante autorização da Secretaria do Meio Ambiente, que disponibilizará profissionais para executar o serviço.

Quem desrespeitar a lei pode receber multa que varia de R$ 200 a R$ 2 mil por árvore abatida ou podada sem autorização. Um Plano de Arborização Urbana também está sendo elaborado para efetivar a fiscalização. "Vamos utilizar imagens de satélites para saber se árvores foram cortadas. Esse projeto está previsto já para o ano que vem”, diz o secretário de Meio Ambiente, Carlos Alexandre Ribeiro Gomes.

Alternativas
Ainda desconhecida pela maioria da população, a nova lei divide opiniões. Morando há 49 anos no mesmo lugar, a dona de casa Luzia Conceição Nassabain, de 75 anos, conta que já teve uma árvore na calçada de casa, mas a planta precisou ser retirada porque parte do imóvel foi alugado para um comércio. "Hoje, não tem como plantar árvore porque só fiquei com um espaço pequeno, que é a garagem. Não tem como", explica.

A alternativa para moradores como Luzia é pagar R$ 40 por árvore ao Fundo Municipal do Meio Ambiente, valor que será revertido em plantio em outros locais. A Secretaria também pode indicar outros pontos para compensação, caso o morador opte pelo plantio.

"Eu não posso ter árvore na calçada, mas tenho muitas no meu quintal, que é bem grande. Eu alimento os passarinhos, é uma festa", afirma Luzia, que tem plantadas no fundo de casa uma mangueira, uma pitangueira, duas goiabeiras e um pé de romã. "Não vale desse jeito?", questiona a dona de casa.

Prefeitura de Sertãozinho quer incentivar moradores a plantar árvores em frente às casas (Foto: Adriano Oliveira/G1)
Informação
O secretário de Meio Ambiente, Carlos Alexandre Ribeiro Gomes, explica que medidas ainda serão tomadas para informar a população sobre o que pode ou não de acordo com a nova lei. Parte do material será distribuído em escolas públicas durante campanhas educativas, entre outras ações. “As cartilhas terão instruções sobre quais os tipos de mudas são indicadas, quais as formas de cultivo e preservação das árvores”, finaliza.

Os moradores que desejarem obter mudas de espécies nativas podem procurar o viveiro municipal, localizado na Rua Joaquim Pereira da Silva, n.º 330, anexo ao Parque Ecológico, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 12h às 16h.


Lei obriga plantio de uma árvore acada carro zero Km vendido em Mato Grosso

Por:Rede Ambiente
Lei obriga plantio de uma árvore a cada carro zero km vendido em MT
Deputados derrubaram veto e promulgaram lei nesta semana. Concessionárias devem elaborar programa para o plantio de árvores. 
Uma lei aprovada pelos deputados estaduais de Mato Grosso nesta semana obriga as concessionárias a plantarem uma árvore a cada carro zero quilômetro vendido no estado. O projeto havia sido vetado pelo governador Silval Barbosa (PMDB), porém, a mensagem retornou para o Legislativo, que derrubou o veto e promulgou a lei. Para o deputado Ademir Brunetto (PT), autor da proposta, a medida visa amenizar os danos ambientais causados pelos gases poluentes emitidos pelos automóveis.

"Os veículos automotores são os maiores responsáveis pela emissão de poluentes, por isso, as concessionárias têm que dar sua contribuição ambiental, de modo a neutralizar esses gases emitidos", afirmou o parlamentar. Ele explicou que as concessionárias devem desenvolver programas para definir sobre o plantio dessas árvores no estado. A lei deve ser regulamentada e aplicada no ano que vem.

Pela nova lei, o plantio deve ser feito em locais públicos que podem ser escolhidos pelas próprias revendedoras de veículos. As árvores também podem ser plantadas em Áreas e Preservação Permanente (APP) e ainda em áreas de propriedade particular. A medida também permite que o reflorestamento seja utilizado para a venda de créditos de carbono, como forma de compensação dos danos ambientais causados, e para o corte de madeira. Isso depois de 10 anos do plantio e com o aval da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema).

Para a extração da madeira, é preciso que a concessionária elabore projetos e apresente à Sema. As espécies devem ser nativas da região onde serão plantadas, como estabelece a proposta. 
Novos veículos

De 2012 até novembro deste ano, 214,2 mil novos emplacamentos de veículos foram feitos em Mato Grosso. Somente em Cuiabá, 31 mil novos veículos começaram a circular pelas ruas da cidade em 2013. A maioria é de carros de passeio e motocicletas, de acordo com dados da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores de Mato Grosso (Fenabrave). No ano passado, esse número foi inferior ao do ano passado, quando 29,6 mil novos veículos passaram a circular em Cuiabá.

COMISSÃO ENTRA COM AÇÃO JUDICIAL PARA PROLAGOS GARANTIR DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA‏

Anna Carolina Fernandes de Mello
  COMISSÃO ENTRA COM AÇÃO JUDICIAL PARA PROLAGOS GARANTIR DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA‏
Comissão de Defesa do Consumidor (Codecon) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Luiz Martins (PDT), ingressou nesta quarta-feira (9) com uma Ação Coletiva de Consumo com antecipação de tutela contra a Prolagos, que presta serviço de abastecimento de água nas cidades da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.  A ação tem o objetivo de obrigar a empresa a fornecer água potável de forma contínua, eficiente e adequada ou garantindo o fornecimento de outra forma, através de 'carros pipa', por exemplo. A Codecon tomou conhecimento do problema através de reclamações recebidas pelos consumidores. “A Comissão recebeu dezenas de ligações telefônicas de consumidores que não sabem como proceder. É fundamental que os serviços atendam as necessidades básicas da população.”, afirmou o deputado Luiz Martins.

O município de Cabo Frio teve nesses primeiros dias de 2014 a sua rede hospitalar atingida pela falta de abastecimento de água. Cerca de 180 pacientes renais do Instituto de Nefrologia foram prejudicados em seus atendimentos porque não havia água para as sessões de hemodiálise. Além deste município as cidades de Armação de Búzios, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia e Arraial do Cabo também sofrem com a falta de água.

Além deste problema a Comissão identificou que a empresa cobra pela realização de vistorias, trocas e instalações de hidrômetros, o que é irregular. A Codecon solicita que a empresa atenda às solicitações dos consumidores relativas à aferição de seus hidrômetros, sem cobrar, dos mesmos, qualquer valor. 

A comissão também solicitou, no caso de deferimento de tutela, a fixação do prazo de dez dias e pagamento de multa diária no valor de R$ 10 mil em favor do Fundo Especial de Apoio a Programas de Proteção e Defesa do Consumidor (FEPROCON), caso haja o descumprimento da determinação judicial, contando a partir da notificação da empresa demandada para o cumprimento da medida. 


FANTASIA NA FESTA DE 15 ANOS DE JOENNE



Por:FernandoDel Castillo
FANTASIA NA FESTA DE 15 ANOS DE JOENNE 
A jovem Joenne Souza, vai debutar com uma festa fantasia ! - seus 15 anos será comemorado neste sábado dia 11 de janeiro, às 20:00 horas no Salão de Festas da Fernanda, no bairro Corumbá, para felicidade do seu pai João Francisco, e do casal Betinho e Marilene Cristina. 
O empresário Ernani Boldrim e o seu assessor de imprensa Fernando Del Castillo, já confirmaram presença.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Felipe Bornier consegue R$ 36 milhões para recuperação da antiga Rio-São Paulo

O jovem deputado federal Felipe Bornier, na sua simplicidade, tem conseguido muitos recursos para o Estado do Rio de Janeiro.
Paulo Cezar Pereira
Felipe Bornier consegue R$ 36 milhões para recuperação da antiga Rio-São Paulo
Depois de uma batalha política que durou mais de um ano dentro e fora do Congresso Nacional, o deputado federal Felipe Bornier, do PSD do Rio de Janeiro, co+nseguiu do governo federal R$ 36 milhões para recuperar a antiga rodovia Rio - São Paulo ( BR 465). o trecho da rodovia ganhará um novo asfalto e sinalização, o que devolverá segurança dos motoristas que por ela trafegam.

A obra já foi licitada pelo Denit ( a vencedora foi a empresa Colares & Linhares ) e as obras começam no final deste mês. O trecho que liga Campo Grande, na zona oeste do Rio, a Viúva Graça, em Seropédica, próximo ao pedágio da Via Dutra, passando por Nova Iguaçu, encontra-se em péssimo estado de conservação e atualmente representa um risco para os usuários da BR 465.  Os prefeitos Nelson Bornier ( Nova Iguaçu) e  Alcir Martinazzo ( Seropédica) foram importantes aliados de Felipe na obtenção dos recursos para recuperar a estrada no trecho da Baixada Fluminense.

       - Recuperar a antiga Rio-São Paulo atende, ainda, aos interesses econômicos das empresas estabelecidas entre a divisa do Rio de Janeiro com Nova Iguaçu e também à população de Seropédica. Foi, sem dúvida, uma conquista importante para quem trafega pela BR 465 - destacou Felipe Bornier.


grato,

Paulo Cezar Pereira

Prefeitura draga rios e canais de Nova Iguaçu e retira mais de 800 toneladas de lixo


ASCOMFotos Charles Souza
Prefeitura draga rios e canais de Nova Iguaçu e retira mais de 800 toneladas de lixo
Mais de 800 toneladas de lixo foram retiradas dos rios e canais da cidade de Nova Iguaçu nos últimos 20 dias. A limpeza foi determinada, em caráter emergencial, pelo prefeito Nelson Bornier depois que diversos bairros de Nova Iguaçu foram inundados pelas últimas chuvas. A Secretaria Municipal de Obras iniciou o trabalho de dragagem pelo rio Botas, principal responsável pelas enchentes que atingiram a região de Austin e Comendador Soares. A dragagem do Botas englobou ainda os trechos de Vila Beth, Palhada, Rosa dos Ventos e Palmares.
A secretária Municipal de Obras, Carla Neves, informou que a ocupação de moradores nas duas margens do afluente do Botas, por exemplo, dificultou a entrada de máquinas para fazer a dragagem do rio. “Os rios de Nova Iguaçu estavam há muitos anos sem monitoramento. Apesar das dificuldades, nos desdobramos para fazer uma limpeza completa, afim de amenizar o caos e prevenir para as chuvas de verão, que ainda podem ser intensas em janeiro. As enchentes na cidade foram muito graves, com a água chegando a mais de um metro de altura. Muita gente perdeu móveis, fogão, geladeira e outros utensílios. O prefeito está tomando todas as medidas necessárias para evitar que esta situação se repita”, destacou Carla Neves.
Há mais de 70 anos sem ser dragado, o canal Paiol passou uma limpeza completa. Só nele foram retiradas mais de 70 toneladas de lixo, nos trechos Vila de Cava e Corumbá. Os canais Abel, nos trechos Vila Zenith, Santa Cecília e Praça do Batuta; Bandeirantes; Rodilândia e Canal às margens da linha do trem, do bairro da Luz até Jardim Canaã, também passaram uma geral.
Morador há 15 anos de Vila de Cava, Mauro Barbosa, 64 anos, disse que nunca viu e nunca ouviu os moradores mais antigos falarem de limpeza no canal Paiol. “Entrava e saía governo e nós sempre ficávamos esquecidos. A água do canal nem aparecia, era só lixo. Com as chuvas, nossas casas encheram e ficamos ilhados. Só Nelson Bornier mesmo para se preocupar e olhar por todas as regiões, principalmente as que estão às margens dos rios. Depois da limpeza, ficamos mais tranquilos com as próximas chuvas”, disse Mauro Barbosa.