
Sem consultas prévias o EX-Ministério do Meio Ambiente dá uma demonstração inequívoca de autoritarismo velado, quando conjectura "por trás dos panos" a transformação da reserva Biológica do Tinguá em Parque. Um retrocesso que certamente trará grande ameaça para 80% dos moradores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que dependem da água que desce do alto da serra.
Enquanto prepara seu projeto letal, o Ex-ministro, em nenhum momento demonstra intenção em considerar fatos e ouvir opiniões de pessoas que sem receber um níquel, sempre estiveram engajados na luta em defesa da Reserva Biológica do Tinguá, que é sem dúvida a grande caixa d'água do Rio de Janeiro, desde os tempos imperiais. Seu Dionísio Júlio foi um desses. Destacou-se na luta para que essa exuberante floresta ganhasse "status" de Reserva, e acabou assassinado covardemente ao repreender um agressor da floresta!
O histórico da devastação de nossas matas (incluindo o contemporâneo) indica que existem coisas mais importantes para se fazer no ministério em questão. Seja lá quem estiver ocupando a Pasta, deveria, por exemplo, ao invés de querer retroceder Tinguá de Reserva para Parque, como já foi um dia, lutar para conseguir recursos para que a Reserva funcione a contento, ou, se ocupar no replantio de mudas de espécimes da mata Atlântica, na região do Alto Paraíba, principalmente nas nascentes dos rios e matas ciliares, para recuperar parte da devastação causadas por atitudes tão incoerentes, tomadas no passado, quanto a pretendida no momento por Minc. Enquanto Ministro, já planejava o golpe na Reserva, deixando todavia de tomar as atitudes cabíveis contra aqueles que, à título de criar gado e plantar soja, para agradar aos paladares estrangeiros, devastavam as matas da Amazônia e o Cerrado.
Desgraçadamente o Ministério do Meio Ambiente, perdeu Marina Silva uma pessoa realmente compromissada com a proteção do ecossistema e, ganhou o autentico "Presente de Grego" Carlos Minc, que no momento, mesmo estando afastado do ministério para concorrer a um cargo público, continua sendo uma grande ameaça para a população do Rio de Janeiro, pela proposta que abraça, em relação à recategorização da Reserva.
No ano de 2009, sem fazer alarde, o Governo Federal cortou 79% dos parcos recursos do orçamento do meio ambiente, sob o silencio sepulcral do então ministro Carlos Minc. Como transformar em Parque uma área de 26mil hectares, três guardas, e, que não tem helicóptero, viatura ou combustível? Gente para o trabalho, só nos gabinetes essa é que é a verdade! Se não podemos confiar, sequer, em promessas de recursos futuros de verbas orçamentárias para tal fim, como poderemos aceitar uma mudança dessa natureza?
Vejamos, ainda, o caso do PAC no que diz respeito às melhorias nas estradas do nosso Estado do Rio de Janeiro, onde apenas, ridículos 0,74% do previsto foram investidos, e, o governo, da forma mais hilária possível, já lançou outro PAC. A mesma coisa poderá acontecer com o Meio Ambiente. Mesmo que recursos sejam destinados, o governo poderá mais uma vez cortá-los e aí nossa grande Caixa D'água vai secar.
Enquanto prepara seu projeto letal, o Ex-ministro, em nenhum momento demonstra intenção em considerar fatos e ouvir opiniões de pessoas que sem receber um níquel, sempre estiveram engajados na luta em defesa da Reserva Biológica do Tinguá, que é sem dúvida a grande caixa d'água do Rio de Janeiro, desde os tempos imperiais. Seu Dionísio Júlio foi um desses. Destacou-se na luta para que essa exuberante floresta ganhasse "status" de Reserva, e acabou assassinado covardemente ao repreender um agressor da floresta!
O histórico da devastação de nossas matas (incluindo o contemporâneo) indica que existem coisas mais importantes para se fazer no ministério em questão. Seja lá quem estiver ocupando a Pasta, deveria, por exemplo, ao invés de querer retroceder Tinguá de Reserva para Parque, como já foi um dia, lutar para conseguir recursos para que a Reserva funcione a contento, ou, se ocupar no replantio de mudas de espécimes da mata Atlântica, na região do Alto Paraíba, principalmente nas nascentes dos rios e matas ciliares, para recuperar parte da devastação causadas por atitudes tão incoerentes, tomadas no passado, quanto a pretendida no momento por Minc. Enquanto Ministro, já planejava o golpe na Reserva, deixando todavia de tomar as atitudes cabíveis contra aqueles que, à título de criar gado e plantar soja, para agradar aos paladares estrangeiros, devastavam as matas da Amazônia e o Cerrado.
Desgraçadamente o Ministério do Meio Ambiente, perdeu Marina Silva uma pessoa realmente compromissada com a proteção do ecossistema e, ganhou o autentico "Presente de Grego" Carlos Minc, que no momento, mesmo estando afastado do ministério para concorrer a um cargo público, continua sendo uma grande ameaça para a população do Rio de Janeiro, pela proposta que abraça, em relação à recategorização da Reserva.
No ano de 2009, sem fazer alarde, o Governo Federal cortou 79% dos parcos recursos do orçamento do meio ambiente, sob o silencio sepulcral do então ministro Carlos Minc. Como transformar em Parque uma área de 26mil hectares, três guardas, e, que não tem helicóptero, viatura ou combustível? Gente para o trabalho, só nos gabinetes essa é que é a verdade! Se não podemos confiar, sequer, em promessas de recursos futuros de verbas orçamentárias para tal fim, como poderemos aceitar uma mudança dessa natureza?
Vejamos, ainda, o caso do PAC no que diz respeito às melhorias nas estradas do nosso Estado do Rio de Janeiro, onde apenas, ridículos 0,74% do previsto foram investidos, e, o governo, da forma mais hilária possível, já lançou outro PAC. A mesma coisa poderá acontecer com o Meio Ambiente. Mesmo que recursos sejam destinados, o governo poderá mais uma vez cortá-los e aí nossa grande Caixa D'água vai secar.