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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Defesa Civil de Nova Iguaçu entra na guerra contra o crack

















Por: ASCOM/PMNI - Foto: Thiago Loureiro
Agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ordem Pública de Nova Iguaçu participaram na manhã desta sexta-feira, dia 24 de maio, de uma palestra inaugural sobre o programa do Governo Federal “Crack é Possível Vencer”. A reunião aconteceu no auditório do Patronato, no Centro, e contou com a presença do secretário de Defesa Civil e Ordem Pública, Luiz Antunes.

Temas como o que é o crack, os impactos sociais e para o usuário, além do método de abordagem, foram explicados pela coordenadora do projeto em Nova Iguaçu, Aline Medeiros. De acordo com ela, tratar os usuários da droga transcende a esfera da saúde. “É preciso pensar em prevenção, autoridade e assistência em saúde e social. Os agentes de Defesa Civil trabalham ativamente nas ruas. Por isso, essa palestra tem como objetivo sensibilizá-los sobre o tema. Nova Iguaçu não vai adotar uma política de repressão, mas de acolhimento”, explicou.

Para Luiz Antunes, enfrentar o crack é um compromisso do governo. “Assim que assumiu, o prefeito Nelson Bornier disse que devemos trabalhar ativamente contra o problema. Para nós, é uma prioridade e vamos atuar sem medir esforços”, disse o secretário. Já o agente Francisco Gomes Vieira, de 53 anos, afirmou que participar da palestra foi muito esclarecedor. “Pude entender que ao encontrar um usuário de crack é preciso encaminhá-lo para os equipamentos públicos oferecidos no município. O combate vai muito além da repressão”, comentou.

A Prefeitura de Nova Iguaçu seguirá com o ciclo de palestras, onde também apresentará o programa para os funcionários da saúde, limpeza urbana e assistência social. Através da Secretaria de Governo, um núcleo de políticas públicas está mobilizado para pensar em ações que resolvam a questão do álcool e outras drogas na cidade.

Novos Conselheiros para o Instituto de Previdência dos Servidores










Por: ASCOM/NI

Novos tempos para
o Instituto de Previdência dos Servidores
O prefeito Nelson Bornier deu posse na manhã desta sexta-feira (24), no seu gabinete de trabalho, aos novos conselheiros do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Nova Iguaçu (Previni), para o biênio 2013/2014, anunciando novos tempos para a instituição que enfrentou sérios problemas financeiros nos dois governos que o antecederam.

         A instituição, que tem como presidente a jovem Danielle Villas Boas Agero Corrêa, empossou os servidores Luiz Carlos Mayhé e Hélio Corredeira nos cargos de presidentes dos Conselhos Administrativo e Fiscal, respectivamente. Responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 4 mil servidores, o Previni administra hoje uma folha mensal de R$ 8,5 milhões.

         Fundada em 1999, ainda no primeiro governo de Bornier, com base na Emenda Constitucional nº 20, que autorizou os municípios brasileiros a criar regime próprio de Previdência, o Previni foi alvo de escândalos nos governos dos prefeitos Lindberg Farias e Sheila Gama. A Câmara de Vereadores chegou a instaurar uma CPI para apurar um suposto rombo de R$ 400 milhões, entre janeiro de 2005 e março de 2010.

         Presidente, à época, da CPI que investigou na Câmara Municipal o escândalo do Previni, o ex-vereador e atual secretário Municipal de Governo, Thiago Portela, participou da solenidade de posse dos novos conselheiros ao lado do secretário de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Junior e da vice-prefeita Dani Nicolasina. A mãe dela, a ex-vereadora Nicolasina Acarise, também integrou a mesma CPI.

         Aos conselheiros, o prefeito fez um raio-x da situação financeira que encontrou na prefeitura, ao tomar posse, em janeiro, com um rombo calculado em R$1,28 bilhão. Sozinha, a própria Previni tinha uma dívida de R$ 554 milhões, seguida do Hospital da Posse, com um passivo de R$ 126 milhões.

Bornier lembrou ainda calotes com bancos, rede de saúde conveniada, FGTS, INSS, PASEP e Imposto de Renda, obras inacabadas, atrasos com aluguéis, merenda escolar e telefones cortados também por falta de pagamento. “Mas, vamos tocar o barco. E podem contar comigo, no que depender de mim”, foi categórico.   

         Danielle Villas Boas anunciou que hoje a saúde financeira do Previni já apresenta sinais de recuperação. “O nosso ativo disponível está em quase R$ 52 milhões. Em 2010, eram menos de R$ 10 milhões em caixa”, lembrou, frisando que a instituição também está conseguindo recuperar parte do patrimônio. “Mas ainda estamos desempenhando inúmeras tarefas para conseguirmos realmente elevar o nível do instituto para onde ele deve estar”, disse.

         Ainda de acordo com Danielle Villas Boas, a nova direção do Previni criou a Cartilha do Segurado com a divulgação das propostas do Instituto para 2013. “A nossa meta é tratar o segurado com humanidade, ética e transparência”, deixou claro, anunciando ainda a criação de convênios com óticas e farmácias, que vão oferecer descontos de até 30% na compra de óculos e medicamentos aos servidores municipais.

         Diretor administrativo e financeiro do Previni, Mauro Henrique Ribeiro Menezes disse por sua vez que, com o retorno ao Governo municipal, o prefeito Nelson Bornier não está medindo esforços para tornar a instituição forte e consolidada.

 “Bornier foi a pessoa que sempre dedicou a maior atenção para a questão do servidor municipal, especialmente em relação ao inativo e pensionista. Por isso ele quer o equilibrio do Previni, de forma a garantir no decorrer do tempo a aposentadoria e pensão dos servidores que contribuíram durante a vida deles na prefeitura”, disse.

         Foram empossados também Osmarina Santa Rita Medeiros, Dr. Luiz Vicente Ladeira Guimarães, Andrea Ribeiro Rodrigues, Flávio De Castro Drumond, Eduardo José Costa de Oliveira, Luiz Carlos Mayhê Ferreira, Antonio Peres Barbosa, Alberto Teixeira Dias, Hebe Rafael Soares no Conselho de Administração, e Monique Moraes Carvalho Gambardela e Rogério Righeto, no Conselho Fiscal.

A Transculturalidade como Desafio Epistêmico é o tema que Evandro Vieira Ouriques tratará no Seminário Internacional Museus e Transculturalidade-MAC-Niterói‏


Dia, 27, das 16h às 18h15m
Seminário abre 2a. e vai até 4a.
A Transculturalidade como Desafio Epistêmico é o tema que Evandro Vieira Ouriques tratará no Seminário Internacional Museus e Transculturalidade-MAC-Niterói, cuja coordenação-geral é de Dinah Guimaraens, com apoio CAPES e CNPq
Estarão presentes ao Seminário: 
Guilherme Vergara, Diretor do MAC; Sidney Matos, Vice-Reitor da UFF; José Pessoa, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo; Jacques Poulain, Guilherme Werlang e Zeca Ligiéro, Coordenadores CAPES-Cofecub; e Carlos Alberto Xavier, Consultor do MEC para a Educação Integral

[EVENTO DE ABERTURA RITUAL COM INTEGRANTES INDÍGENAS DA ALDEIA MARACANÃ]

A fala será na Mesa Museus, Território e Artes Transculturais que Evandro mediará e cujos membros são: 

[Werther Holzer], Diretor da Escola de Arquitetura e Urbanismo.EAU.UFF: Paisagem e Arquitetura Vernacular; [Leonardo Guelman], Diretor do Instituto de Arte e Comunicação Social-IACS.UFF: Paisagem e Cartografias do Sertão; [Dinah Guimaraens], Diretora Adjunta do Museu de Arte e Origens, E.U.A, e Profª. do PPGAU-EAU/UFF: Pragmática Transcultural no Museu Vivo; [Carlos Tukano], [Afonso Apurinã], [Carolina Potiguara] e [Luciana Kaingang], Educadores Indígenas: Novos Centros Culturais Indígenas, Experiências Transculturais na Educação; e [Evandro Vieira Ouriques], Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ: A Transculturalidade como Desafio Epistêmico.

-"Compartilharei o fundamento de afirmar que apenas a compreensão epistêmico-experiencial (portanto total, no sentido de Jacques Poulain) do não-dualismo permite que a Academia e os movimentos de transformação a ela conectados escapem da prisão binária entre a 'unidade' (que seria sempre autoritária) e a ‘lógica multicultural da alteridade e diversidade’; cujas ‘políticas de reconhecimento’ não logram transformar direitos sociais e políticos em direitos econômicos diante do fanatismo do mercado e sua estetização econômica. O que incentiva -sem que se queira- a continuidade do epistemicídio. Mostrarei então como mudar psicopoliticamente de atitude e, então, autorizar o lugar do encontro; o lugar do que é comum a todos e todas e tudo; o lugar dos valores societais que biológica e antropologicamente nos une como espécie, e psiquicamente nos sustenta, defrontada com a insustentabilidade da presente mentalidade totalizada pela unidade do consumo; é este defrontar-se criativo que permite encontrar as epistemes originárias, ameríndias, africanas, populares, etc., no que ela têm de sabedoria tangível: integração com a rede das redes, a Natureza. Pois para estas reservas filosóficas da Humanidade a Natureza é viva; e, o Mundo, criado e sustentado: pelo pensamento do tecido; pelo pensamento da pele; pelo pensamento respiratório; quando a Mente é o organismo todo, território mental; e o pensamento, integral; portal e lugar do sagrado."  

E prossegue Evandro: "Estou particularmente feliz por completar este ciclo e re-unir os 55 anos de dedicação ao Serviço Público -21 no MinC e 34 na UFRJ- exatamente na Cidade de Nictheroy, na qual nasci em 1949".

Ele falará transdisciplinarmente a respeito do tema, a partir, claro, da perspectiva psicopolítica da Teoria Social, que sustenta, e da qual o desafio e oportunidade dos Museus é parte decisiva; e falará com a experiência concreta de sua atuação nele, com ele:

(1) durante 21 anos atuou (1980-2001) no embrião do Ministério da Cultura (a Secretaria de Assuntos Culturais do MEC); na Fundação Nacional de Arte (no Núcleo de Fotografia até a histórica criação do Instituto Nacional da Fotografia, como curador -por exemplo da exposição que apresentou Sebastião Salgado ao Brasil, em 82- editor de livros e catálogos e designer de montagens; e no Instituto Nacional de Artes Plásticas, como coordenador de projetos como Visualidade Brasileira -sobre a identidade estética brasileira- e Clarival do Prado Valladares, dedicado à formação de acervos documentais de arte em todas as unidades da Federação e a sua dinamização no circuito de arte local); e no Museu Nacional de Belas Artes, como coordenador do projeto Origens da Cultura Brasileira; e 

(2) e durante 26 anos atuou como Professor de Diagramação e Planejamento Gráfico em Jornalismo e de Linguagem Gráfica, da Escola de Comunicação da UFRJ, período este em que criou o conceito Jornalismo Gráfico, e a metodologia de Alfabetização Visual, a partir de meu método de Diagnóstico Visual Estratégico, processo do qual resultou a metodologia Gestão da Mente, apresentada internacionalmente em 2005. Evandro continua na ECO, agora como Professor de disciplinas orientadas pela perspectiva Psicopolítica da Teoria Social, e portanto da Teoria da Comunicação e Cultura, bem como pela metodologia Gestão da Mente: Comunicação, Jornalismo e Políticas Públicas; Comunicação e Realidade Brasileira; Construção de Atitudes Colaborativas nas Plataformas Digitais, Construção de Utopias e Economia Psíquica Pós-Moderna; Construção de Atitudes Mentais Não-violentas, etc.

21 Anos no Ministério da Cultura. 

"Trata-se de um período muito intenso, brilhante, complexo, de situações-limite, dramáticas, sistemicamente desafiador. Que me ensinou muito a respeito de minhas reações em relação às pessoas quando elas manifestavam a desconexão com o 'sentido' (com a rede) e a incapacidade epistêmico-vivencial de vivenciar o não-dualismo. Foi muito difícil para mim conviver com este padrão mental em grande parte dos pensadores e artistas, brasileiros e internacionais; bem como com a cegueira teórica e operacional de não reconhecer a sobre-determinação do conteúdo do design (suas vinculações com os atributos da unidade transcultural) sobre o 'conteúdo' textual; de uso tão consciente e eficaz, por exemplo na Publicidade e no Marketing. Tudo só fez sentido quando encontrei, através da gestão psicopolítica de minha mente, e do auxílio de profissionais competentes e especializados, tal mentalidade em mim mesmo: é à sua superação, e sobretudo à celebração do que se instaura com ela, que dedico minha Vida". 

Evandro Vieira Ouriques dedica "este trabalho a tão querida Dinah Guimaraens, coordenadora-geral do Seminário, uma amiga muito especial, um anjo e pessoa extraordinária, a quem agradeço a oportunidade, posso dizer, sagrada. Foi Dinah, por exemplo, quem me convidou, no início dos anos 90, para ir para o Museu Nacional de Belas Artes, do qual à epoca era diretora-adjunta. Hoje ela é Diretora Adjunta do Museu de Arte e Origens, E.U.A e Professora do Programa de Pós-Graduação. E muito mais: é a querida Dinah de tantas e tantas pessoas que têm a honra, a felicidade e o estímulo que partilharem a caminhada! Agradeço imensamente ela existir em minha vida!"

Aqui a íntegra do Resumo da palestra de Evandro Vieira Ouriques e sua Minibio e, mais abaixo, o texto de apresentação do Seminário por Dinah Guimaraens:

A Transculturalidade como Desafio Epistêmico 
Evandro Vieira Ouriques
Resumo

O Museu é o lugar da possibilidade do encontro entre culturas e, portanto, o lugar da experimentação total, compartilhada e emancipadora da transculturalidade: quando cada cultura assume psicopoliticamente o julgamento crítico de seus limites, pratica a unidade na diversidade, radicaliza a Comunicação -a base antropológica, psíquica e biológica de toda experiência-, e, assim, escapa -através da presopopéia amplificada na contemporaneidade- de ser capturada pelos mesmos valores da ignorância, ódio e ganância que diz querer superar no plano que chama 'social' e 'político'. 

Mas como fazer isto, se a lógica epistêmica do Ocidente moderno e pós-moderno, e portanto da Academia, é o dualismo, segundo o qual estamos presos entre a 'unidade', que seria sempre autoritária, e a ‘lógica multicultural da alteridade e diversidade’, cujas ‘políticas de reconhecimento’ não logram transformar direitos sociais e políticos em direitos econômicos diante do fanatismo do mercado e sua estetização econômica, dando continuidade assim ao epistemícidio? 

Apenas a compreensão epistêmico-experiencial (portanto total) do não-dualismo permite escapar desta captura, mudar psicopoliticamente de atitude e, apenas então, encontrar as epistemes originárias, ameríndias, africanas, populares, etc., para as quais a Natureza é viva e a Vida pensamento do tecido; pensamento da pele; pensamento respiratório; quando a Mente é o organismo todo, território mental, e o pensamento, integral, portal e lugar do sagrado.  

Como diz Terry Eagleton, a pós-modernidade tem sido acanhada “com respeito à moralidade e à metafísica, embaraçada quando se trata de amor, biologia, religião e a revolução, grandemente silenciosa sobre o mal, reticente a respeito da morte e do sofrimento, dogmática sobre essenciais, universais e fundamentos, e superficial a respeito da verdade, objetividade e ação desinteressada”. 

É por isto que, diante do avanço generalizado do retrocesso em todo o mundo, precisamos de uma outra Teoria Social, na qual a transculturalidade como desafio epistêmico é superado no espaço, no território, na política, na cultura, na universidade. Para termos, então, como defende Jacques Poulain, a estética transcultural na Universidade.

Minibio 

Evandro Vieira Ouriques é coordenador do NETCCON.Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da Escola de Comunicação da UFRJ, supervisor de pesquisas de Pós-Doutorado em Estudos Culturais, no PACC.Programa Avançado de Cultura Contemporânea, da UFRJ, vice-coordenador do GT Comunicación y Estudios Socioculturales da ALAIC.Associación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación e terapeuta de base analítica, corporal e orgonômica, sendo inclusive consultor da NeuroFocus Psicoterapias. 

Acadêmico Correspondente da Academia Galega da Língua Portuguesa, eleito com Evanildo Bechara em 2012, e Menção Honrosa do Prêmio Jeca Tatu de 1987, da Propeg/Academia Brasileira de Letras, recebeu em 2011 o título de Guerreiro Zulu, da Universal Zulu Nation, e o Prêmio de Melhor Acadêmico do Mundo, o Best Scholar 2010, do Reputation Institute, NY. 

Transdisciplinar desde 1984 (é cientista político, jornalista, designer, gestor cultural, curador e conservador de obras de arte, artista integral, e terapeuta de base analítica, corporal, orgonômica e de Gestão da Mente) e não-dualista desde 2002, dedica-se à elaboração de uma nova Teoria Social a partir de uma perspectiva Psicopolítica e de sua metodologia de transformação cultural, a Gestão da Mente, reconhecida e aplicada internacionalmente, inclusive pelo PNUD, PNUMA e Ministério do Meio Ambiente do Brasil. 

Atuou durante 21 anos no Ministério da Cultura, na Fundação Nacional de Arte e no Museu Nacional de Belas Artes, quando teve por exemplo participação decisiva na histórica criação do Instituto Nacional de Fotografia e coordenou os projetos Exposições do Núcleo de Fotografia da FUNARTE, Visualidade Brasileira, Origens da Cultura Brasileira, Belas Artes Memória e Programa Integrado Clarival do Prado Valladares. 

Criou uma linguagem própria de exposições tratando-as como um fenômeno multidimensional de mídia, como fez por exemplo com a exposição Sebastião Salgado: Fotografias, que apresentou Salgado ao Brasil em 1982. 

É professor visitante do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Intercultural da Universidad de La Frontera, Chile, lidera GP no CNPq sobre Comunicação e Consciência, e faz parte de outros dois no Brasil (UFJF: NERFI-Estruturas Míticas, Simbólicas e Sociais; e PUC.SP: NEF-Estudos do Futuro), um em Portugal (Religious and Cultural Dialogue between Iberian and Slavonic Worlds), um nos Estados Unidos (Nonkilling Political Science) e outro no Reino Unido (International Policy and Research Group on Territories of Social Responsibility). 

Com publicações na América Latina, Europa e Estados Unidos, organizou para a ONU e UNESCO em 2002 o livro Diálogo entre as Civilizações: a Experiência Brasileira e, no momento, (1) com INTERVOZES e UnB, co-organiza para o International Programme for the Development of the Communication.IPDC-UNESCO livro sobre os Indicadores do Desenvolvimento da Mídia e o Direito à Comunicação; e (2) tem no prelo, no Chile, seu livro La Perspectiva Psicopolítica de la Teoría Social.

A Estética Transcultural na Universidade Latino-americana
Dinah Guimarães, Coordenação-Geral

“A universidade se universaliza inevitavelmente neste horizonte de experiência do homem pela comunicação ao se reconhecer como a forma já dada de qualquer comunicação(...) em relação ao seu ser teórico através de um processo de experimentação dele mesmo sujeitado a este julgamento(...) que é esta experimentação total do homem como elemento do mundo, porque esta experimentação se faz inevitavelmente pela curva de um julgamento da verdade sobre as formas de vida experimentadas como também pelo compartilhamento deste julgamento da verdade. Tal desvio e este compartilhamento de julgamento são universitários tanto em suas formas quanto em seus conteúdos.” 
Jacques Poulain. La condition democratique: Justice, exclusion et verité : leçon inaugurale de la Chaire UNESCO de Philosophie. Paris, L'Harmattan,1998.

Este Seminário Internacional tem como intenção dar continuidade aos trabalhos do projeto acadêmico “A Estética Transcultural na Universidade Latino-Americana” iniciados na Universidade Paris 8-Saint Denis, França durante a missão de trabalho, realizada entre os dias 02 e 22 de maio de 2012, no Departamento de Filosofia da Universidade Paris 8-Saint Denis, integrada pelos Professores Jacques Poulain e Bruno Cany, pela representação francesa; pelos Professores Dinah Guimaraens e Guilherme Werlang da Universidade Federal Fluminense e pelo Professor Charles Feitosa da UNIRIO, pela representação brasileira, além do Professor Tiago de Oliveira Pinto da Universidade HFM Weimar/FSU Jena, pela representação alemã. 

De 16 de setembro a 17 de outubro, o Professor Zeca Ligiéro do NEPAA-UNIRIO esteve ainda na Universidade Paris 8-Saint Denis para desenvolver sua missão de trabalho “A Performance Afro-Ameríndia”. 

Nesse contexto, a famosa frase proferida pelo crítico de arte socialista Mário Pedrosa em outubro de 1975, quando se encontrava no exílio em Paris, desvenda algumas pistas sobre as questões transculturais que perpassam o presente evento: 

”Em países como os nossos, que não chegam esgotados, ainda que oprimidos e subdesenvolvidos, ao nível da história contemporânea,(...) quando se diz que sua arte é primitiva ou popular vale tanto quanto dizer que é futurista”

sexta-feira, 24 de maio de 2013

SECRETÁRIOS DA BAIXADA DEBATEM SAMU, ONCOLOGIA E CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS


Oficina do “Melhor em Casa”, capacitação das equipes de urgência e emergência, pregão para construção das Clínicas da Família, andamento das obras da Central de Regulação do Samu, subfinanciamento do custeio do Samu na região e implantação de serviços de referência em oncologia foram os principais temas da reunião do Conselho Técnico do Cisbaf, formado pelos secretários municipais de Saúde, ocorrida na manhã desta quarta-feira (22), na sede do consórcio.
No dia 05 de junho, os secretários municipais e os coordenadores da atenção básica dos municípios da Baixada Fluminense participarão de uma oficina de implantação do Programa “Melhor em Casa”, na sede do Cisbaf. Promovida pelo Ministério da Saúde, Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e Secretaria de Estado de Saúde, a oficina foca a continuidade do tratamento de pacientes crônicos, que estejam com o quadro clínico estabilizado e possam ser acompanhados pelas equipes nas suas residências.

A secretária executiva do Cisbaf, Rosangela Bello, falou sobre recente reunião na Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) com o objetivo de retomar a parceria com o consórcio visando a implementação de novos treinamentos dos profissionais da região.  Foi sugerida também uma possível parceria com a Escola Politécnica Joaquim Venâncio que oferece cursos gratuitos em diversas áreas, como Controle de Estoque, Análise de Informação, Almoxarifado e Regulação.

Com o foco na melhora do serviço de urgência e emergência, um antigo projeto elaborado pelo Cisbaf para capacitar os profissionais que atuam no setor, será finalmente implantado. Após aprovação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), o município de Belford Roxo receberá recursos federais que atenderão toda a Baixada. Segundo Bello, dependendo do recurso a ser liberado, o projeto poderá ser itinerante, através de uma parceria com um Centro de Treinamento Especializado ou ainda com o Grupamento de Socorro de Emergência (GSE). 

A reunião discutiu outra questão importante para os municípios: o subfinanciamento do custeio do Samu. A verba recebida mensalmente pelas Prefeituras, R$ 12,5 mil para cada ambulância básica e R$ 27,5 mil para cada avançada, é insuficiente para manutenção do serviço que inclui pagamento dos profissionais, manutenção das viaturas e dos equipamentos, além da compra de insumos. Mesmo com a qualificação da Central de Regulação e das bases municipais, que resultará em aumento deste repasse, os secretários alegam que o recurso não cobrirá todas as despesas, permanecendo um enorme ônus aos prefeitos na manutenção do serviço na Baixada.  

Para debater e buscar uma solução que viabilize financeiramente a prestação do serviço de atendimento móvel de urgência e emergência, os secretários irão levantar, até o final do mês, os reais gastos. O objetivo é agendar uma reunião com o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, e o secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes, para apresentação dos dados. De acordo com o depoimento dos secretários presentes, a manutenção do serviço está cada vez mais difícil nos atuais termos exigidos pelo MS.

Outro ponto abordado na reunião foi a expansão do serviço de oncologia para a Baixada Fluminense. De acordo com Rosangela Bello, em conversa recente com o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Luiz Antonio Santini Rodrigues da Silva, a entidade está elaborando um projeto de crescimento da assistência na Região Metropolitana, o que irá favorecer a Baixada. O Cisbaf já está levantando as principais prevalências da doença e linhas de cuidados. “Na região temos dificuldades que vão da consulta especializada, passando pela realização dos exames, diagnóstico, cirurgias e tratamento, ou seja, nosso paciente está totalmente desassistido e o acesso ao Inca é quase impossível”, destaca.

Ao final do encontro, os gestores voltaram a discutir os recursos da Programação Pactuada Integrada (PPI), recursos federais repassados, através do governo do estado, aos municípios, para pactuação dos serviços de alta complexidade. Hoje, o município do Rio recebe R$ 4,5 milhões desta verba para atender aos pacientes da Baixada em algumas especialidades, mas o atendimento, na maioria das vezes, não é prestado. A ideia principal é aprovar na próxima reunião da CIB o redirecionamento deste recurso para os próprios municípios, a fim de que possam regionalmente implantar ou contratar os serviços necessários e, desta forma, garantir o acesso à população ao atendimento digno e humano.
Estou em Brasília volto na segunda-feira
                                                    Abraços

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Consternação e dor na enterro de Vânia Miquelotti Gonçalves


 ASCOM/PMNI
         Foi sepultada, em clima de consternação e dor, nesta segunda-feira (20), no Cemitério Municipal de Nova Iguaçu, o corpo de Vânia Cristina Teixeira Miquelotti Gonçalves, 54 anos. Esposa do médico Fernando Gonçalves, ex-deputado estadual e federal e atual secretário de Articulação Política do Governo do prefeito Nelson Bornier, ela faleceu no início da tarde de domingo, na UTI do Hospital da Posse, onde estava internada.
         “É uma perda irreparável para família, os amigos e toda a sociedade iguaçuana. Dona Vânia era uma pessoa muito querida, amada e respeita por todos nós”, lamentou o prefeito Bornier, que participou pela manhã da Missa de Corpo Presente e do velório, na Igreja Matriz de São Jorge e Nossa Senhora de Fátima, ao lado de vários secretários municipais.
         Emocionado, Fernando Gonçalves disse que Vânia lutou incansavelmente, apostando todas as fichas na sua própria vida. “Mas Deus quis que ela fosse para o lado dele, porque era mulher especial”, resignou-se, lembrando que nesta terça-feira, o casal faria 34 anos de núpcias.
          “Quero agradecer a Deus por ter conhecido esta grande mulher. Amanhã (21), faríamos 34 anos de casados, aqui nesta paróquia, neste lugar, onde fizemos o juramento de que estaríamos juntos na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença. Isso foi cumprido”, disse, sob aplausos.
         Vânia, que também era cunhada do ex-vice-prefeito Eduardo Gonçalves, atual Chefe de Gabinete do prefeito Nelson Bornier, deixou órfãos Fernando e Caroline.

5ª Conferência das Cidades

ASCOM/PMNI


Nova Iguaçu reúne 400 pessoas na 5ª Conferência das Cidades

 Nova Iguaçu realizou neste domingo, 19 de maio, a 5ª Conferência das Cidades, que abordou o tema “Quem Muda a Cidade Somos Nós: Reforma Urbana Já”. Presidida pelo secretário de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente (Semuham), Giovanni Guidone, o evento contou com palestras do subsecretário de Estado de Projetos de Urbanismo Regional e Metropolitano, Vicente Loureiro, que falou sobre “Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano”, e do arquiteto Paulo Aguiar, que abordou “Histórico da Importância das Conferências e Sua Influência no Planejamento Municipal”.

Um público de 400 pessoas lotou o auditório da Universidade Iguaçu (Iguaçu). A atividade que teve início às 7h30 com o credenciamento se estendeu até às 19h30. “Nossa conferência teve uma participação expressiva. As palestras foram esclarecedoras e conseguimos extrair propostas muito interessantes dos grupos de trabalho”, afirmou Guidone.

Os participantes foram divididos em equipes que discutiram novas políticas públicas nas áreas de habitação, saneamento, transporte, trânsito, mobilidade e planejamento. De acordo com Giovanni Guidone, várias propostas foram retiradas da conferência e serão enviadas para o Ministério das Cidades. “Todos os segmentos do governo e da sociedade civil estavam presentes e contribuíram de forma significativa. Vamos levar todas as discussões pautadas para firmar na conferência estadual, marcada para setembro. Precisamos mostrar que, como município, estamos organizados e dessa forma, queremos participar da instalação e montagem de um plano nacional”, avalia o secretário.

Após o sucesso da 5ª Conferência das Cidades, a Semuham está elaborando a Conferência de Meio Ambiente, que abordará o tema “Resíduos Sólidos”, prevista para o final de julho.