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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Venda de inibidores de apetite está próxima de ser autorizada por lei

Emmanuelle Lamounier
Assessoria de Comunicação
Venda de inibidores de apetite está próxima de ser autorizada por lei 
 BRASÍLIA - O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/15, de autoria do Deputado Felipe Bornier (PSD/RJ), que autoriza comercialização de inibidores de apetite (anfepramona, femproporex e mazindol), foi aprovado nesta terça-feira (16), na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado. A matéria segue para votação no plenário da Casa.
 Felipe Bornier comemorou o resultado depois de grande debate entre os membros da CMA. “Os senadores favoráveis à matéria que, inclusive, são da área médica entenderam que a proibição da venda desses remédios, determinada de forma arbitrária pela Anvisa em 2011, estimula o “mercado negro”. Além disso, compreenderam que os médicos sabem avaliar a quantidade necessária a ser prescrita para seus pacientes. Esses medicamentos são essenciais para pessoas que não têm condições de praticar exercício físico como, por exemplo, quem sofre de artrose, por isso, a importância deste projeto que garantirá em lei a permissão para venda dos inibidores de apetite”, complementou.
 O parecer do relator, o presidente da comissão, Senador Otto Alencar, foi aprovado com pequena alteração para evidenciar no texto que medicamentos com essas substâncias devem ser classificados como “tarja preta”. “Tivemos o cuidado de ouvir a classe médica, esses medicamentos eram utilizados no Brasil há mais de 50 anos e têm eficácia confirmada. Retirar esses medicamentos das farmácias é fortalecer o comércio ilegal”, reiterou Otto Alencar.
 A emenda apresentada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) foi rejeitada.

Obesidade no Brasil
 De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde em 2015, 52,5% dos brasileiros estão com excesso de peso. O excesso de peso dos brasileiros aumentou 23% nos últimos nove anos, quando a taxa era de 43%.
 A obesidade é um fator de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, responsáveis por 72% dos óbitos no Brasil. 

Deputado Federal Felipe Bornier (PSD/RJ)
2º Secretário da Câmara dos Deputados

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