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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A excelência da Energia de Merda

Por: Sapatinho
Monopólio
"Infelizmente somos manipulados pelos grandes monopólios (‘maiores’, inclusive, que as Nações), que em defesa de seus interesses criam fortes tendências através da imposição velada e da ilusão dos sentidos, via propaganda, no objetivo de condicionar o povo e induzi-lo a certas tendências. Tudo isso com a conivência, sem escrúpulos, de governos remunerados para tal. O do petróleo que, ainda, deve mandar no planeta por algum tempo é um desses ‘gestores’ mundial. Enquanto conseguem fazer prevalecer sua alternativa energética, massacram quaisquer ideias alternativas que possam colocar em risco, ou ameaçar a perpetuação de seus objetivos". 
- Esse parágrafo acima não fui eu que escrevi. Por favor, Ministério da Justiça, se der 'cana' prendam meu chefe o Berguinho foi ele, o maluco, que escreveu! Não tem nem educação invade o espaço dos outros com um monte de babozeiras! Eu, sim tenho conhecimento de causa sobre o assunto...Eu sou Sapatinho e minha matéria começa no próximo parágrafo!

A EXCELÊNCIA DA ENERGIA DE MERDA
O Brasil é um País riquíssimo em fontes energéticas, nem precisaríamos usar e contaminar nossas águas e florestas para obter energia. Somente com o lixo orgânico, o Brasil poderia obter energia suficiente para abastecer seus quadrantes e se duvidarem toda a América Latina. O processo? Bio digestor, eis a resposta! Considere-se o absurdo desperdício agrícola, verificado, por absoluta falta de vias rápidas de transporte, silos e depósitos adequados.

Além de produzir energia, essa forma, simples, de transformar dejetos em gás, produz, ainda, bio fertilizante (pelo qual os produtores agrícolas do País gastam fortunas em divisas) e, ainda, libera água pura, pronta para consumo, ou para voltar para os córregos e similares.
O processo é simples! Para melhor compreensão, um Bio digestor é como se fosse um insipiente hermeticamente fechado, aonde possa chegar ao seu interior, água e dejetos (estrume, merda, urina, restos de comida, vegetais, folhas; enfim matéria orgânica, tudo que possa entrar em estado de putrefação). Com o passar dos dias acontece um estado de apodrecimento parecido ao que acontece com o ser humano, quando a comida chega ao estomago. Com a reação química o gás se volatiza, sobra água, e, surge, ainda, ao fundo, uma camada de massa que é o Bio fertilizante.

Só para ser ter ideia: Um quilo de estrume de boi geraria cerca de 70 litros de gás. Um quilo de excrementos de aves – 135 litros.
Com o gás produzido poder-se – ia, com um motor de carro,  produzir energia elétrica. Em algumas fazendas do interior do Brasil existem processos integrados interessantíssimos, onde a energia conseguida redunda em conforto e produção em grande escala. 

Para ilustrar minha escrita lembro aos que acompanharam mais amiúde a Copa de futebol de 2002 - disputa compartilhada nos estádios da Coréia e Japão - quando o Brasil sagrou-se campeão Mundial, o estádio onde nossa seleção disputou a partida final contra os Alemães  apresentava iluminação tão magnífica que chamou à atenção, até,  dos menos atentos. Perplexidade maior foi quando souberam que aquela brilhante iluminação tinha como fonte os banheiros do estádio, onde, coco e urina eram transformadas em biogás. Além da qualidade da luz, a administração do estádio obtinha custo quase zero com a energia usada!

Essa alternativa energética é tudo que menos interessa aos monopolistas do Petróleo. Já imaginaram pessoas produzindo o gás do fogão e a eletricidade para os eletrodomésticos na sua própria residência? Abastecendo o carro na própria bomba a custo quase zero? 
Ressalte-se que, vez por outra, nossos meios de comunicação (televisão, principalmente) apresentam gente muito simples mostrando seus inventos automotivos: veículos movido á água, magnetismo, ou a ar.  Fazem demonstração de seus protótipos e depois desaparecem,  e, nunca mais ouvimos falar no tal veículo, muito menos no cidadão. Esses acontecimentos têm gerado as mais variadas especulações: Uns dizem que os monopolistas 'calaram a boca' daqueles, com ‘grana’. Outros que 'calaram a boca' dos inventores, com 'chumbo', para evitarem futura concorrência, enfim, não sabemos. A verdade é que os inventos desaparecem tão rápido quanto aparecem, e, que qualquer pessoa de inteligência mediana, poderia chegar a conclusão que são inventos plausíveis, e, que, se forem produzidos em maior escala, de certo poderão, a curto prazo, criar um grande impacto no monopólio mundial do petróleo.

 Durante o regime militar a Marinha do Brasil e a EMATER desenvolveram protótipos de biodigestores, que poderiam ser usados pela indústria nacional.

-Sapatinho, não estou te entendendo! Me entregou pros homens, e, depois 'baixou o cacete' no Monopólio! O Monopólio vai te pegar!

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